O meu hall de entrada de 10 m quadrados (com móveis) de vez em quando serve para eu tirar duvidas tanto em Katas como em Kihon.
Este hall apesar de pequenino tem me ajudado também a desenvolver o meu Karaté porque se o trabalho no Dojo é fundamental, o trabalho solitário e em espaços pequenos com obstáculos (móveis, candeeiro…), também ajuda muito.
Certos Mestres defendem que se deve praticar em espaços pequenos e com muita gente, para assim se trabalhar mais a visão periférica, os reflexos e a intuição, no Karaté temos de ter presente não só o confronto com um, mas também o possível confronto com vários agressores, portanto habituando-nos a evitar a cotovelada ou o pontapé do vizinho, vamos treinando a mente para estar sempre alerta e observar e sentir tudo o que nos rodeia e não só o que está a nossa frente. E por vezes conforme o espaço físico, limitando, temos de usar enpi uchis e hiza geris em vez de tsukis e mae-geris.
Lembro-me de ver há anos uma foto de um dojo de Ninjutsu no Japão publicada na revista KarateBushido que era ainda mais pequeno que o meu hall.
Publicado por Carlos G P Rodrigues 
Publicado por Carlos G P Rodrigues 
Publicado por Carlos G P Rodrigues