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Natação

Olá, embora saiba nadar desde os 15 anos, só em 1998 é que descobri os segredos dos estilos de Natação, quando comecei a frequentar as aulas das Piscinas do GesLoures, agora, depois de uns anos de prática, recomendo a todas as pessoas de todas as idades. Não só pela forma física, mas também  pelo prazer e o relaxamento mental e físico que proporciona a sua prática.
Boas braçadas e pernadas…

Deixo aqui um apontamento sobre a Natação…

“Considerado como o desporto mais completo, a natação exige um esforço suave de praticamente todos os músculos do corpo, sendo óptima para relaxar. Entre os praticantes de natação contam-se os que o fazem apenas para ocupar os tempos livres, os que são motivados por questões de saúde relacionados com o sistema respiratório ou com problemas de postura e os que se aplicam no sentido de competir.
O mais vulgar é a natação ser praticada em piscinas sob orientação de um professor ou treinador, embora exista quem opte por aproveitar os recursos da Natureza, nadando nas águas fluviais, de albufeiras e barragens ou no mar. Atletas convenientemente preparados podem mesmo realizar travessias ou natação de mar alto, sendo o segundo caso considerado um desporto algo radical.
As grandes competições de Natação Pura são realizadas em piscinas de 50 metros, embora as piscinas de 25 metros comecem a ganhar cada vez maior relevo a nível internacional. Além das competições individuais existem as colectivas – conhecidas por Estafetas – em que cada equipa é composta por 4 elementos.

Crawl

Para muitos nadadores, este é o mais simples dos estilos e aquele que permite atingir melhores velocidades em competição. Por esta razão, são diversos os atletas que por ele optam quando podem escolher um estilo livre.
Em crawl a respiração é lateral, embora para a ensinar os professores recorram em regra à respiração frontal. Esta técnica, empregue para facilitar a concentração dos aprendizes de crawl’ nos restantes movimentos do corpo, leva alguns nadadores a incorrer em erros na colocação da cabeça.
Para respirar os nadadores de crawl viram – a cada braçada, de 3 em 3 ou de 5 em 5 – a cabeça, que se encontra deitada sobre a água. Levantá-la da água pode levar a uma postura incorrecta do tronco ou ao desequilíbrio da posição deste na água, perturbando o ritmo da natação.
Neste estilo, os batimentos de pernas não permitem que se dobrem os joelhos. Os braços – que se deslocam ao longo do corpo – devem entrar na água um de cada vez e a mão não deve entrar na água acima da linha média do corpo. É aqui muito importante a fase subaquática da braçada – momento que equivale ao puxar da água e que é imprescindível a um mais rápido deslocamento do corpo.

BRUÇOS

Em Bruços a respiração é frontal, em regra a acompanhar o momento em que os braços puxam a água para o corpo. Nesta braçada – considerada das mais complexas – os cotovelos flectem sob a água e aproximam-se ao nível do peito, mas não devem ultrapassar a linha dos ombros.
As pernas em Bruços implicam o flectir dos joelhos debaixo de água e depois o retorno à situação de esticadas. A posição das pernas durante os movimentos lembram as de uma rã quando se prepara para saltar.

COSTAS

A natação neste estilo exige que o nadador consiga manter o corpo à superfície. Este aspecto básico pode ser bastante complicado para os iniciados, que tendem a submergir o corpo ao nível da cintura.
Por este motivo, os professores de natação recorrem a flutuadores que mantém as pernas dos alunos deitadas à superfície da água.
Nesta fase as pernas permanecem imóveis, mas o estilo completo inclui o seu batimento com os pés esticados tentando chutar a água com força.
Em Costas o batimento das pernas é grande responsável pela velocidade do deslocamento, existindo variantes no estilo, caso dos braços em Costas e das pernas em Bruços.
Para bem nadar Costas é imprescindível uma correcta rotação de ombros, que acompanha as braçadas, sejam elas alternadas – um braço entra na água de cada vez – ou simultâneas – os dois braços mergulham ao mesmo tempo.
Quanto à braçada em Costas: o braço deve realizar um movimento rotativo sem nunca se desviar do corpo, ou seja, passando encostado ao tronco quer durante a entrada quer durante a saída da água.

MARIPOSA

De acordo com professores e treinadores, o movimento ondulatório deve ser a primeira coisa a aprender neste estilo, onde a força predomina levando ao cansaço do nadador. Assim, quanto mais técnica existir, melhor executados são os movimentos e menor é a fadiga.
No caso da Mariposa a respiração é frontal, podendo ou não alternar com a braçada e as ondulações do corpo.
A Mariposa exige uma braçada vigorosa, que puxe a água para trás, abrindo caminho ao nadador. Este bate as pernas unidas – embora exista a alternativa de o fazer ao estilo crawl – o que também impulsiona o corpo para a frente na água.”

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